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job para a revista mundo estranho, este mês nas bancas. o tema é estereótipos do cinema. as partes inacabadas e faltando coisas é pq ficaram atrás de boxes de texto, que não reproduzo aqui, pq não tenho o copyright.
e pq o título do post é hering? a empresa de 128 anos quase acabou, mas deu a volta por cima, deixando em parte de ser tecelagem e passando a varejista. na época negócios desse mês, li que uma pesquisa encomendada em setembro de 2006 revelou que o reconhecimento da marca hering no brasil variava de 85% na classe C, a 94% na classe A. porém, o índice de penetração da marca (% de pessoas que compraram alguma coisa nos últimos 6 meses), foi considerado baixo. 4% na classe C e 22% na A. ou seja, as pessoas conhecem, mas não compravam. os consumidores apontaram 3 razões para não comprar hering: preço (40% maior sobre concorrentes); crédito (cartão de loja); localização (80% das lojas em são paulo).
para reagir, ampliou a participação de produtos mais baratos na recieta, e aposta em franquias. quer tornar-se, ao mesmo tempo, mais barata e mais fashion.
isso tem muito a ver com quadrinhos. todo mundo conhece as marcas famosas, e sabem que são gibis, mas e as vendas? e pior, e a reação?